Para conhecer melhor, acessa o site www.wtraining.com.br, é assiste o vídeo que mostra o funcionamento da ferramenta.
Cria uma conta para Testar a ferramenta com todas as funções habilitadas.
Para conhecer melhor, acessa o site www.wtraining.com.br, é assiste o vídeo que mostra o funcionamento da ferramenta.
Cria uma conta para Testar a ferramenta com todas as funções habilitadas.
Parte integrante fundamental no voleibol, as antenas, além de delimitarem os limites laterais do espaço de cruzamento, tem uma forma correta de serem instaladas.
Muitas vezes passa desapercebida pelos praticantes do esporte, que não se atentam, principalmente, a um paragrafo da regra.
Leia, abaixo o item 2.4 das regras oficiais, que trata exatamente sobre as antenas:
As antenas são varas flexíveis com 1,8 metro de comprimento e 10 milímetros de diâmetro, fabricadas em fibra de vidro ou material similar.
Cada antena é amarrada de forma a tangenciar a parte externa de cada faixa lateral. As antenas são colocadas em lados opostos da rede.
A parte superior de cada antena estende-se além do bordo superior da rede por 80cm e é marcada com listras de 10cm de largura, em cores contrastantes, com preferência para vermelho e branco.
As antenas são consideradas parte integrante da rede e delimitam os limites laterais do espaço de cruzamento.
Não percebeu nada de especial? Bom, explico abaixo:
Onde diz: “As antenas são colocadas em lados opostos da rede.”, você sabe o por quê?
Parece um simples detalhe, mas levando em conta que a antena tem 10 milímetros de diâmetro, se ambas forem colocadas apenas de um lado da rede, uma das equipes, sempre levará vantagem, visto que estes míseros 10 milímetros fazem a diferença na hora do ângulo do ataque, de mais ou menos 10 milímetros.
Interessante, não?
Fonte: Regras oficiais da FIVB.
Faz algum tempo que não escrevo, mas não poderia deixar de fazê-lo, ainda mais com um dos eventos esportivos mais importantes, como uma Olimpíada, acontecendo no Brasil.
Inicialmente, uma grande diferença entre as seleções feminina e masculina, na fase classificatória, está no caminho a ser percorrido até a final. Diferente do que ocorreu em Londres 2012, o naipe feminino terá enfrentamentos menos difíceis nesta fase do que a masculina, o que, ao meu ver, será decisivo para que as nossas seleções cheguem as finais.
Em Londres, a equipe feminina, enfrentou sérias dificuldades na fase classificatória. Fez partidas dificílimas, onde não desenvolveu o voleibol que estávamos acostumados a ver. Contra a Turquia, uma partida difícil, com vitória apertada por 3 x 2. Depois uma derrota para os Estados Unidos por 3 x 1, seleção favoritíssima a levar o ouro olímpico, pelo que apresentou durante toda a competição. Contra a Coréia do Sul, mais uma derrota, desta vez por 3 x 0. A recuperação teria que acontecer contra a China. Vencemos, por 3 x 2, em uma partida duríssima e nervosa. Para classificar em 4º lugar, teríamos que vencer a Sérvia, o que aconteceu, 3 x 0, mas dependeríamos da vitória dos Estados Unidos contra a Turquia, o que acabou acontecendo, e acho até que a confiança das americanas era tanta, de que levariam a medalha, que venceram para manter o Brasil vivo na competição, e que, provavelmente, depois da final, arrependeram-se amargamente.
O divisor de águas não veio na vitória contra as russas. Aquela vitória de 3 x 2, só mostrou que a fase classificatória, serviu para forjar a casca da equipe feminina, que mesmo com todas as dificuldades enfrentadas, fez o grupo se fortalecer e acreditar que o ouro olímpico era possível, e vencer as russas, depois de tantos set points a favor das adversárias no quinto e decisivo set, só fez por coroar todo o trabalho do grupo.
Já no Rio 2016, a fase classificatória para o feminino, aparentemente, terá enfrentamentos com um nível de dificuldade crescente, pois enfrentará na ordem: Camarões (que veem para aprender), Argentina (seleção em evolução, mas ainda carentes em termos de material humano), Japão e Coreia do Sul (escola asiática que tem excelente sistema defensivo, onde é necessário ter paciência para colocar a bola no chão) e por último a Rússia (seleção que dispensa apresentações, que mesmo não contando com a gigante oposta Gamova e a ponteira Sokolova, sempre é um adversário muito difícil de se jogar), mas assim mesmo, nos dá uma certa tranquilidade em buscar a vaga nas fases finais, e isto pode ser o diferencial com relação a fase classificatória de Londres em 2012.
O masculino em Londres 2012, na fase classificatória, enfrentou a Tunísia, vencendo por 3 x 0, depois uma pedreira contra a Rússia, mas vitória por 3 x 0, em seguida, derrota para os Estados Unidos por 3 x 1, disputa sempre muito equilibrada e que não dá para apontar um favorito, vitória dificílima por 3 x 2 contra a Sérvia, que não estará no Rio, pois com a recente conquista da Liga Mundial, seria uma adversária duríssima de bater, e por último a vitória de 3 x 0 contra a Alemanha.
Na fase seguinte, vitória contra a Argentina por 3 x 0 e na semifinal, vitória contra a Itália por 3 x 0 e a tão aguardada final, contra os russos, os quais, já havíamos vencido na fase classificatória, ou seja, pelo menos até a final, foram enfrentamentos menos difíceis, que talvez tenham levado a não forjar a mesma casca que a seleção feminina criou, em virtude das dificuldades.
No Rio 2016, o naipe masculino, enfrentará o México (seleção que evoluiu, mas ainda tem um longo caminho para chegar no mesmo nível das demais do grupo), Canadá (bloqueio alto, mas ainda pouco eficiente), Estados Unidos (que conta com atletas de muita técnica, e com uma comissão técnica que estuda os adversários nos seus mínimos detalhes), a Itália (sempre fortíssima no saque, mas ainda uma equipe instável, que alterna bons e maus momentos durante uma partida) e por último a França (a melhor seleção europeia do momento, que conta com um ponteiro excepcional como N’gapeth, além de ser uma equipe que joga de forma veloz e com grandes variações de ataque, e o sistema defensivo que é excepcional), ou seja, todas partidas duríssimas, onde o Brasil terá que jogar de forma consistente, com um bom saque e uma defesa forte para poder usar o que tem de melhor, o seu ataque.
Considerações finais
O que quero dizer, é que a seleção feminina, por ter um caminho, teoricamente, mais fácil na fase classificatória, terá que ter muito cuidado para não perder o foco, em virtude da aparente “facilidade” que terá, para que chegue nas fases decisivas, como se diz, “mordendo as adversárias”, assim como em Londres, algo que a seleção masculina já vai ter que fazer desde o início, o que ao meu ver, e tudo ocorrendo como o esperado pelos torcedores do vôlei brasileiro, levará a seleção a final, pois passará por maiores dificuldades nesta fase inicial.
Acredito que, tanto o masculino como o feminino, cheguem as finais, e levem mais duas medalhas douradas. Estás minhas considerações, com certeza, já foram exaustivamente trabalhadas pelas comissões técnicas brasileiras, e a casca já esteja forjada e pronta para a disputa.
Como é prazeroso assistir a seleção feminina japonesa jogar. Uma equipe com uma disciplina tática incrível, com um sistema defensivo eficiente que dá gosto de ver, com cobertura de ataque e uma determinação só encontrada em equipes que trabalham muito este sistema, que alavanca todas as ações ofensivas se bem executada, caso da seleção japonesa, que só não levanta mais troféus, principalmente contra seleções como o Brasil, Estados Unidos, Rússia e Itália, por falta de jogadoras com um pouco mais de estatura, mas que compensam com coberturas e defesas incríveis.
Assisti mais a seleção japonesa jogando nesta Copa dos Campeões, disputadas no Japão, do que os jogos da seleção brasileira, mas amanhã, 17/11, Brasil e Japão, as duas únicas seleções que podem chegar ao titulo, se enfrentam, com todo o favoritismo do Brasil, mas se as japonesas conseguirem a façanha de vencer o Brasil, sem perder sets, não será surpresa alguma, pois serão também merecedoras de tal façanha. Como é prazeroso assistir seleções assim...
A seleção brasileira feminina de vôlei, venceu a China, nesta madrugada, por 3 x 0 (25/15, 25/14 e 25/20) e conquistou o Eneacampeonato do Grand Prix.
Sem dar chances para as chinesas, o Brasil entrou arrasador em quadra. Sacou bem, e como na partida de ontem contra a Sérvia, a oposta Sheilla, foi a mais acionada no ataque. Outro fundamento que funcionou, foi o bloqueio, principalmente com a central Thaísa, merecidamente escolhida como a melhor atleta da competição. O Brasil entrou em quadra com as ponteiras Fê Garay e Gabi, as centrais Thaísa e Fabiana, a oposta Sheilla, a levantadora Dani Lins e a líbero Fabi. Entrou também a central Juciely e a oposta Michelli.
As melhores atletas:
1º melhor atacante de ponta: Zhu Ting (China)
2º melhor atacante de ponta: Brankica Mihajlovic (Sérvia)
1º melhor bloqueadora central: Thaisa Menezes (Brasil)
2º melhor bloqueadora central: Milena Rasic (Seria)
Melhor líbero : Fabi Oliveira (Brasil)
Melhor levantadora: Alisha Glass (USA)
Melhor oposta: Jovana Brakocevic (Seria)
Melhor atleta: Thaisa Menezes (Brasil)
Colocação final:
A seleção brasileira feminina de vôlei, venceu nesta madrugada a seleção da Sérvia por 3 x 0 (27/25, 25/21 e 25/22) e chegou aos 12 pontos, contra 10 pontos da seleção da China que venceu o Japão por 3 x 2.
O 1º set foi o mais equilibrado, mais em função da seleção da Sérvia ter entrado em quadra sem duas das principais jogadoras, a oposta Brakocevic e a central Rasic que foram poupadas, tendo como única explicação para a comissão técnica da Sérvia não ter as colocado em jogo, a disputa do campeonato europeu. Melhor para o Brasil, que explorou os ataques com a oposta Sheilla e os bloqueios da central Thaísa, que ajudaram mais uma vez.
Equilibrada foi a partida entre as seleções do Japão e China. Jogo com muitas defesas, volume de jogo e bem disputado, onde a equipe japonesa vendeu caro a vitória das chinesas, até certo ponto, ajudando o Brasil, pois as chinesas acabaram perdendo um ponto e com isto o Brasil abriu 2 pontos na tabela de classificação.
Amanhã (01/09), às 03:30, Brasil e China fazem a última partida, onde o Brasil poderá tentar sacar mais na ponteira Zhu, a atacante mais utilizada pela levantadora Shen, tentando dificultar ao máximo a sua aproximação para o ataque, fora o bloqueio chinês que tem dificuldades, principalmente, com as bolas rápidas.